CARRINHO VAZIO

GM GM Sonic

Gerações
Home (Loja) > GM > Sonic    

A GM foi fundada em 16 de Setembro 1908, em Michigan, nos Estados Unidos pelo empresario americano de carros William “Billy” Crapo Durant, um empreendedor como poucos na época, já havia incorporado importantes fabricantes de veículos e dominava mais da metade do mercado norte-americano em seu segmento.

Adquiriu linhas de produção como a do elegante Cadillac, do Oldsmobile, produzido dede 1897, e da Chevrolet, comprada definitivamente em 1918. Esta última foi fundada por Louis Chevrolet em 1911, que começou sua carreira consertando bicicletas e competindo como ciclista. Ele conheceu o fundador da GM ao pilotar os automóveis Buick em competições, e juntos fundaram a Chevrolet Motor Car Company, que Louis deixou em 1913.

Mas o melhor estava por vir. Por volta de 1920, abastecido pelo campo, o Brasil viveu momentos de entusiasmo com o aumento das vendas de café no mercado internacional. O poder aquisitivo daqueles que já detinham o dinheiro começou a aumentar ainda mais. Em 1923, já circulavam 30 mil veículos pelas ruas do país.

A Companhia Geral de Motores do Brasil foi inaugurada, em São Paulo no dia 26 de janeiro de 1925. Naquele mês, deu-se o início das obras da primeira linha de montagem. O local escolhido era um grande galpão localizado na Avenida Presidente Wilson, no bairro paulistano do Ipiranga, símbolo da emergência industrial da metrópole nos anos 20, próximo da ferrovia Santos-Jundiaí.

Em setembro, oito meses depois da fundação, a empresa trouxe a público seu primeiro carro com a marca Chevrolet. A partir dali, no Brasil, a GM nunca mais parou. A companhia trazia em CKDs (veículos totalmente desmontados) todos os seus modelos das marcas Buick, Oldsmobile, Chevrolet, Oakland, Cadillac e Pontiac. A produção inicial era de 25 unidades por dia. No ano seguinte, a marca elevou-se para 40 unidades diárias e, em 1927, para 150 por dia.

Em 24 de setembro de 1927, os tijolos começaram a ser assentados na nova fábrica de São Caetano do Sul. Dois anos depois, em outubro de 1929, a fábrica já podia funcionar.

Em 1936 saía das linhas de montagem em São Caetano do Sul o veículo número 100 mil montado no Brasil. Naquele mesmo ano, circulavam pelas ruas de São Paulo 22.100 Chevrolet, 762 Buick, 87 Cadillac e 357 Oldsmobile. Cinco anos mais tarde, em 1941, foi alcançada a marca de 150 mil unidades.

Em 1949, teve início a ampliação da fábrica de São Caetano do Sul, com a criação de uma nova oficina de montagem, com duas linhas de produção e capacidade para até 15 veículos por hora.

A GMB foi pioneira no processo de nacionalização na indústria automotiva. O programa oficial foi instituído em 1956. Mas, desde meados da década de 40, a empresa trilhava esse caminho.

Em 1948, produziu o primeiro ônibus de aço totalmente montado no Brasil, utilizado matéria-prima da usina da Companhia Siderúrgica Nacional, em Volta Redonda. Pesava uma tonelada a menos do que os veículos produzidos com madeira. O índice de nacionalização era de 89%. Seu lançamento foi um marco para a GMB e para a indústria nacional. Foram fabricadas 300 unidades de 32 lugares cada. Vidros, assentos, pneus, baterias, assoalhos, tintas e guarnições também eram nacionais.

O sonho de fabricar automóveis de passeio da marca Chevrolet teve início com o Opala e provocou mudanças radicais em toda a indústria automobilística nacional, ampliando a oferta ao consumidor e a demanda às indústrias de autopeças.

Para aprimorar a qualidade dos veículos e atender o mercado do consumidor, cada vez mais exigente, em 1972 a GM adquiriu a Fazenda da Cruz Alta, com 11,272 milhões de metros quadrados, em Indaiatuba, para construir seu Campo de Provas.

As invasões não pararam. Em 1981, a General Motors Corporation instalou três módulos internacionais para produzir, simultaneamente, os motores do seu primeiro carro mundial, o Monza: na Alemanha, na Áustria e no Brasil.

O primeiro protótipo foi produzido em 27 de fevereiro de 1981, rigorosamente dentro do prazo. Depois de aprovado pela Opel e pela GM, sua fabricação foi iniciada em 18 de maio.

O sucesso dos carros Chevrolet estava totalmente comprovado e crescia com o tempo. De 1972 a 2005, por exemplo, a GM contabilizou 12 títulos de “Carro do Ano”. Primeiro com o Opala, em 1972, e a Caravan, em 1976. O Chevrolet obteve o bicampeonato em 1981. O Monza foi tricampeão em 1983, 1987 e 1988. O Kadett venceu em 1991. Em 1993 foi a vez Omega, seguindo-se com o Vectra, em 1994 e 1997, o Corsa, em 1995 e 1996.

Logo depois, em 2000, a GM anunciaria sua entrada no século XX: era inaugurada o Centro Industrial Automotivo de Gravataí, no Rio Grande do Sul. Criada para produzir um novo veículo, o Celta, que viria revolucionar o mercado, umas das mais modernas fabricas do planeta, devido ao conceito de condomínio industrial, por agregar também os fornecedores.

Com o avanço das estratégias de globalização, o Brasil passou a ter maior influência no desenvolvimento de automóveis mundiais da companhia, caso da minivan Meriva, lançada em 2007, do sedã Cobalt, da segunda geração da picape S10, da Trailblazer e do Spin, que chegaram nos anos seguintes.

Paralelamente ao frenesi dos smartphones, a GM inaugura uma nova era na indústria automobilística, ao ser a primeira a equipar seus veículos de entrada também com sistemas de conectividade. O Agile Wi-Fi, que trazia internet a bordo, foi pioneiro. Mas foi com o Onix que popularizou a tecnologia, com o MyLink. 

Fonte: https://media.gm.com/Pages/news/br/pt/2015/jan/0126-1925.html